Fogo Simbólico chega à Flores da Cunha
Liga de Defesa Nacional entregou a centelha ao prefeito Ernani Heberle
A Liga da Defesa Nacional (LDN) acompanhada pela Força Aérea Brasileira trouxe para Flores da Cunha, nesta segunda-feira à tarde, a chama do Fogo Simbólico. A centelha foi recebida pela Brigada Militar na entrada da cidade e encaminhada até o Centro Administrativo, onde foi entregue ao prefeito municipal Ernani Heberle. A atividade integra a 72ª Corrida do Fogo Simbólico da Pátria, que trabalha sob o tema Amazônia: ocupação, defesa e guarda. Neste ano, a Semana da Pátria homenageia o empresário gaúcho Ruben Martin Berta e aeronauta e inventor brasileiro Santos Dumont. A banda da Escola Municipal Tiradentes acompanhou a solenidade.
Na ocasião, o coordenador da 72ª Corrida do Fogo Simbólico da Pátria, Eloir Silva dos Santos destacou que o Brasil é um país jovem que tem a felicidade de contar com um elenco de grandes personalidades como Ruben Martin Berta e Santos Dumont. “Estes dois homenageados tinham algo em comum, o sonho de voar”, lembrou. Para Santos este é um momento importante para deixar uma mensagem de reflexão. “Deixamos um convite a todos, principalmente aos jovens e às crianças: iniciamos as comemorações, diante do Fogo Simbólico, vamos fazer com que o calor desta chama seja passado adiante como o amor e o carinho à nossa Pátria”, articulou.
O prefeito Ernani Heberle, avaliou que o País precisa de bons exemplos, que devem ser desempenhados por todos. Para ele, este é um momento para tomar consciência de que é preciso preservar alguns símbolos. “O Fogo Simbólico representa o ardor cívico que deve estar presente em cada um dos brasileiros. É possível criar um mundo melhor com ética e responsabilidade, através de valores como a família e o trabalho. Cada um tem seu papel nessa missão. Desta forma, investimos na educação para transmitir conhecimento e preservar esses valores”, sustentou.
A prefeitura ficou responsável pela guarda da chama, que permanece no hall de entrada do Centro Administrativo.
História – Em 1937, como ideia de um grupo de patriotas gaúchos, que procurava um símbolo que representasse o ardor cívico dos brasileiros, surgiu o Fogo. A ideia foi acolhida pela Liga da Defesa Nacional, sendo complementada com o acréscimo de que o Fogo Simbólico da Pátria, que deveria percorrer o território nacional, numa corrida de revezamento denominada Corrida do Fogo Simbólico da Pátria.
Assim, em 1938, ocorreu a primeira corrida num trecho de 26 km, entre as cidades de Viamão e Porto Alegre.
Foto: Camila Baggio


